Mestra Ana Rabequeira

O show de Ana da Rabeca apresenta músicas do autêntico forró pé de serra, com destaque para Luiz Gonzaga, Flávio José e Genival Lacerda, também não pode faltar no seu repertório a música cachorro acuado que é de autoria de seu pai.
Data: 08/06/22
Horário – 19h
Local – Palco Cine Teatro São Luís
Classificação indicativa: Livre
Entrada: Gratuito

Violeiros Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre

Geraldo Amancio é poeta repentista, escritor, compositor, mestre da cultura eleito pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e doutor dos saberes e fazeres das artes , título atribuído pela Universidade Estadual do Ceará.Apresentou por 19 anos um programa nacional de cantoria de viola, promoveu mais de 100 festivais de violeiros, ganhou mais de 150 primeiros lugares em campeonatos de repente por todo o país, tem 15 cds, mais de 16 obras literárias e representou o brasil em vários encontros mundiais de cantadores. Geraldo Amancio se mantém como um dos nomes mais importantes do repentismo no Brasil.

Guilherme Nobre é poeta repentista palestrante, cordelista e graduando em letras pela Universidade
Estadual do ceará. começou a cantar aos 14 anos tendo como parceria grandes nomes da arte do repente, foi campeão do fenoger 2021, representou o Brasil em encontros mundiais de violeiros, dublou a animação “a saga de cego aderaldo” conduziu formações de educadores da rede pública com temáticas voltadas
para a poesia popular e atualmente é uma das principais parcerias do mestre geraldo amancio nos palcos da cantoria.

Data: 08/06/22
Horário – 19h
Local – Palco Cine Teatro São Luís
Classificação indicativa: Livre
Duração: 20
Entrada: Gratuito

Mini Documentário – Mestra Dona Branca Louceira de Ipú

O mini documentário é parte da série Artes da tradição, mestres do povo, criada durante o XIV Encontro Mestres do Mundo em 2022. Em D. Branca e sua Cerâmica do Ipu se evidencia a Mestra D. Branca tesouro vivo do Ceará, e elementos importantes do seu saber /fazer destacando seu território, a força feminina de uma mulher artesã “louceira’ em sua luta cotidiana para continuar criando a família e seu artesanato.

Guilherme Nobre é poeta repentista palestrante, cordelista e graduando em letras pela Universidade
Estadual do ceará. começou a cantar aos 14 anos tendo como parceria grandes nomes da arte do repente, foi campeão do fenoger 2021, representou o Brasil em encontros mundiais de violeiros, dublou a animação “a saga de cego aderaldo” conduziu formações de educadores da rede pública com temáticas voltadas
para a poesia popular e atualmente é uma das principais parcerias do mestre geraldo amancio nos palcos da cantoria.

Data: 08/06/22
Horário – 20:00
Local – Telão Cine Teatro São Luís
Classificação indicativa: Livre
Duração: 15 minutos
Entrada: Gratuito

Mestre Hugo e o Coco de Majorlândia

 

A Dança do Coco de Majorlândia
De origem afro ameríndia é bem possível que se encontre na cidade de Alagoas a origem dessa dança.
Aparece várias localidades do Brasil. Embora sejam usados instrumentos com tamborins,pandeiros e Maracás, o ritmo é marcado principalmente combater das mãos em forma de Conchas. O som lembra o quebrar de um coco o que explica a origem da dança do coco é dançado e cantado das formas mais variadas, apresentando-se diferente em localidades do mesmo estado. Era dançado pelos escravos nas senzalas nos momentos em que se reuniam Para afogar suas mágoas e Sofrimentos. Passando depois a ser dançada em salões da alta sociedade.
A dança chegou a Majorlândia através do Senhor Pedro Teófilo residente em Canoa Quebrada, que ensinou a um grupo de pessoas nativas da comunidade.
Depois entregou a responsabilidade de puxador ao diretor do Coco José Mendes, que durante muito tempo de trabalho transformou o corpo em uma manifestação de muito respeito e valor. Tornando-se conhecido em todo o território brasileiro, símbolo de bravura e coragem. Ele desenvolveu sua arte valorizando os seus companheiros de folguedos que dançando expressavam suas alegrias, tristezas,valentia,paixões enfim seus sentimentos e a vontade de ver uma comunidade de pescadores e labirinteiras pobres, valorizadas e apreciadas por todos.

Data: 09/06/22
Local – Palco Cine Teatro São Luís
Horário – 20:20
Local – Palco Cine Teatro São Luís
Classificação indicativa: Livre

Roda Semente – Público Infância

A Roda dos Mestres e Mestras, é o espaço vivo para o repasse dos conhecimentos tradicionais por meio dos Tesouros Vivos, mestres griôs de saberes ancestrais. Na roda ocorre as trocas entre os próprios mestres e destes com participantes diversos de forma livre e descontraída. A divisão entre sagrado, corpo, oralidade, mãos e sons é apenas organizativa considerando que, estas fronteiras estabelecidas por nós, são invisíveis para eles e assim seus saberes e fazeres passeiam entre várias categorias. O mediador é um elemento necessário e importante, no entanto este não palestra e não usa o tempo para conceitos seus, ele apenas organiza a roda de forma sensível para que haja participação de todos.

A Roda é espaço de fazer coletivo, espaços brincantes de compartilhar e revelar saberes e constituem a forma mais original estabelecida em nosso Estado. O Ceará foi pioneiro neste formato e respeitado ainda hoje Brasil afora, também por isso, pois, o evento Mestres do mundo sempre se caracterizou como um evento distinto dos demais, por possuir especificidades e singularidades decoloniais.
As Rodas contarão com a mediação de pessoas com formação, mas principalmente com perfil para tal, considerando a estrutura do que realmente são as Rodas dos Mestres desde quando este evento se formou, sendo estas o momento mais gratificante, tanto para os Mestres/Mestras como para quem as vê e dela participa, assim, nestas será garantido principalmente o espírito do afeto, do ensino brincante e de condução por estudiosos que, principalmente, já tenham relações de campo com este universo.

Data: 09/06
Horário – 15:00
Local – Jardim do Theatro José de Alencar
Classificação indicativa: Público infantil
Duração: 2h
Entrada: Gratuito

Roda de Mestres

A Roda dos Mestres e Mestras, é o espaço vivo para o repasse dos conhecimentos tradicionais por meio dos Tesouros Vivos, mestres griôs de saberes ancestrais. Na roda ocorre as trocas entre os próprios mestres e destes com participantes diversos de forma livre e descontraída. A divisão entre sagrado, corpo, oralidade, mãos e sons é apenas organizativa considerando que, estas fronteiras estabelecidas por nós, são invisíveis para eles e assim seus saberes e fazeres passeiam entre várias categorias. O mediador é um elemento necessário e importante, no entanto este não palestra e não usa o tempo para conceitos seus, ele apenas organiza a roda de forma sensível para que haja participação de todos.

A Roda é espaço de fazer coletivo, espaços brincantes de compartilhar e revelar saberes e constituem a forma mais original estabelecida em nosso Estado. O Ceará foi pioneiro neste formato e respeitado ainda hoje Brasil afora, também por isso, pois, o evento Mestres do mundo sempre se caracterizou como um evento distinto dos demais, por possuir especificidades e singularidades decoloniais.
As Rodas contarão com a mediação de pessoas com formação, mas principalmente com perfil para tal, considerando a estrutura do que realmente são as Rodas dos Mestres desde quando este evento se formou, sendo estas o momento mais gratificante, tanto para os Mestres/Mestras como para quem as vê e dela participa, assim, nestas será garantido principalmente o espírito do afeto, do ensino brincante e de condução por estudiosos que, principalmente, já tenham relações de campo com este universo.

Data: 09/06/22
Horário – 15h
Local – Palco Principal
Classificação indicativa: Livre
Duração: 2h
Entrada: Gratuito

Toré Jenipapo-Kanindé

O tore é um ritual sagrado dos povos indígenas, que dançamos em momentos de manifestações culturais, festividades e de luta, principalmente pela terra indígena. Dançamos o ritual indigenamente elegantes com nossos trajes ou não, cantamos músicas indígenas, no som da Maraca e no batuque do tambor de forma circular, batendo o pé no chão para sentirmos a força da mãe terra.
Data: 09/06/22
Horário – 18h30
Local – Jardim do Theatro José de Alencar
Classificação indicativa: Livre
Duração: 30 minutos
Entrada: Gratuito

Coco do Iguape

A Dança do Coco de Praia do Iguape atravessa gerações tradição passada de pai para filho heranças de seus antepassados. A dança é envolvida pelo som do carrom com seu sapateado quente não deixa ninguém ficar parado.
Seus integrantes são pescadores e suas roupas são rústicas pintadas na mata, com tinta extraída da casca do cajueiro.
Os versados são raízes trazidas de longe e sua letra conta a vida do cotidiano dos pescadores O grupo mantém a tradição e sua originalidade pois assim representam a cultura do seu povo,
maior motivo de orgulho pra eles.
A missão do Coco de Praia do Iguape com Mestre Chico Casueira é manter e repassar para os mais novos sua cultura.

Data: 09/06/22
Horário – 19h
Local – Jardim do Theatro José de Alencar
Classificação indicativa: Livre
Duração: 25 minutos
Entrada: Gratuito

Mestre Zé Pio e Boi do Ceará

José Francisco Rocha, Mestre Zé Pio, é o guardião da memória de vários bois de Fortaleza.
Começou a brincar de Boi aos três anos de idade e mais tarde tornou-se o índio do Boi Reis de Ouro. Aos 13 anos, passou a dançar no Boi Ceará, onde foi primeiro o capitão e tornou-se o vaqueiro. Aos 20 anos decidiu formar seu próprio grupo, Boi Terra e Mar.
E em 2000 fundou o Grupo Boi Juventude, que foi com esse grupo que, 2005 Mestre Zé Pio foi nomeado Mestre da Cultura Tradicional do Estado do Ceará, pela SECULTCE.
Hoje Mestre Zé Pio é mestre do grupo Boi Ceará, Integrado por Crianças, Jovens e Adultos da Barra do Ceará, e vem lutando ao lado dos seus brincantes para não deixar morrer nossa tradição cultural de Bumba Meu Boi.
A brincadeira do Boi Ceará tem como personagens: Vaqueiro, capitão, galantes do cordão vermelho e do cordão azul, índias, balizas, rei, rainha, princesa, cigana, vassalo, vaqueirinho, pastor, e a figura engraçada e ilustre do Mateus. O Grupo Boi Ceará faz a festa em qualquer época do ano, tendo como entremeios: burrinha, bode, ema, Jaraguá um pássaro de assustar, e claro o rei da festa o Boi Ceará.
Ficha Técnica –
Horário – 19h25
Local – Jardim do Theatro José de Alencar
Classificação indicativa: Livre
Duração: 25 minutos
Entrada: Gratuito

Maracatu Az de Ouro

Criado no dia 26 de setembro de 1936 por Raimundo Alves Feitosa com seus irmãos, como: Zé Neguinho e Alcides (em memória), com objetivo de criar um maracatu para o carnaval de rua de Fortaleza. Seu primeiro ensaio foi no antigo beco do aperto da hora, hoje o cruzamento da rua visconde do rio branco com avenida aguanambi. A avenida se enche de amarelo, vermelho e branco, e de uma magia inexplicável em um batuque lento num bailar que cheira à saudade. O Az de Ouro chegou! Essa imagem se repete há 80 anos, quando o Maracatu Az de Ouro foi fundado em 26 de setembro de 1936.n
Em 1937, o Maracatu desfilou pela primeira vez, com apenas 42 participantes. Foi o único maracatu no carnaval de Rua de Fortaleza nos anos 1937 a 1950 a desfilar. Em crise entre os anos de 1951 e 1960, o Maracatu Az de Ouro ficou sem desfilar. Na presidência de Raimundo Feitosa, o Maracatu voltou a desfilar por 20 anos consecutivos.
O Maracatu Az de Ouro retorna às mãos do Mestre Juca de 1986 à 1992. Em crises constantes. O Maracatu Az de Ouro viveu momentos entre desfilar e não desfilar até que Antônio Marcos Gomes da Silva, em 1993 assume a presidência com a seguinte proposição: O Maracatu Az de Ouro faz parte da Cultura popular de Fortaleza e de nosso Estado e por isso tem que ser valorizado pelo povo e para o povo.
No ano de 2022, comemora seu aniversário de 86 anos do Maracatu Az de Ouro, e para contar essas histórias de Resistencia na cultura popular tradicional no estado do Ceará e fazendo várias apresentações em vibrantes vermelho, branco e amarelo, mexendo na vida e misturando alegrias ao povo de Fortaleza e o Ceará e hoje pelo reconhecimento da nossa história somos Patrimônio Imaterial de Fortaleza e Tesouro Vivo do Ceará.

Data: 09/06/22
Horário – 19h25
Local – Jardim do Theatro José de Alencar
Classificação indicativa: Livre
Duração: 25 minutos
Entrada: Gratuito

Parahyba e Cia Bate Palmas

A banda Parahyba e Cia. Bate Palmas, presente desde 2007 no cenário musical, apresenta um show vibrante, onde estão presentes os ritmos brasileiros, em especial os nordestinos. O repertório autoral chama a atenção para um outro olhar sobre as áreas periféricas da cidade, como locais de produção e fruição de arte e cultura, colaborando com o esforço para o acesso de todas, todos e todes à arte, à cultura e aos bens e serviços públicos. Acreditando no poder transformador da arte, a banda faz um convite à alegria, à reflexão e à persistência da vida.

Data: 09/06/22
Horário – 20:00
Local – Palco do Jardim
Classificação indicativa: Livre
Duração: 60 minutos
Entrada: Gratuito
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